May
18

O que fazer com a sua Ferrari batida?

Uma encomenda muito diferente bateu à porta do artista francês Charly Molinelli.

Como nós sabemos muitas coisas para casa podem ser encontradas com motivos automobilísticos, em alguns casos partes do próprio carro são usadas para produzir novas peças. O que inclusive me faz pensar em uma churrasqueira em formato de fusca que vi a um tempo atrás. Mas de todas essas maluquisses talvez a mais cara foi produzida pelo artista Charly Molinelli, que recebeu a missão de dar um novo uso a uma Ferrari batida. Como vocês devem imaginar ele também ficou surpreso “não é todo dia que encontramos uma Ferrari destruída a ponto de não ser reconhecida” disse o artista, que encontrou como solução para a criação de sua obra fazer uma mesa com a “Ferrari” do cliente. Veja o resultado.

A madeira utilizada na mesa também havia sido descartada, e a obra foi realizada somente por ele.

May
17

Queima de estoque generalizada?

As montadoras estão com seus estoques avaliados em 43 dias de vendas nas lojas. E devido ao alto nível de inadimplência os bancos estão segurando os financiamentos de carros 0km, sendo assim as montadoras resolveram por elas mesmas arrumar formas de vender mais. Se você estava guardando dinheiro para comprar seu carro, esse pode ser uma boa oportunidade, apesar de não ser assim tão grandes as vantagens.

Cada montadora gerou sua própria forma de aliviar seus estoques, alguns dão até 0% na taxa de juros, outros decidiram por bônus no valor do carro e há aquelas que aumentaram o número de prestações para aumentar as vendas.  Além disso vai ser comum ver os famosos pacotes de acessórios aparecendo por ae quase que de graça, ponto positivo finalmente.

De todas as ofertas que estão por ai, o que achei de mais “interessante” foi isso:

- FIAT:

Punto Attractive 1.4 – Versão com ar-condicionado, direção hidráulica e vidros e travas elétricos sai por R$ 38.900 (bônus de R$ 2.240).

-FORD:

Fiesta: Leva 1.6 pelo preço de 1.0

Ford Ka: A partir de R$ 23.600

NISSAN:

March 1.0 e 1.0 Pack Plus – Entrada(42,8%) + 48 vezes de R$ 399

PEUGEOT: (Um ano de acesso ilimitado ao catálogo da Universal para quem comprar um carro novo até o dia 15 de julho.)

207:  Entrada(50%) + Parcelas a partir de 499,00(0,49% taxa)

RENAULT: Taxa 0% para todos os modelos exceto Clio

Além dessas vantagens ao que tudo indica o IPI deve ser reduzido, como aconteceu algumas vezes recentemente, o que vai tornar os preço mais interessantes. Seria bom se as 2 coisas acontecessem ao mesmo tempo.

 

May
09

Um pouco da cultura automobilística chinesa

A China é atualmente o maior mercado automobilístico do mundo, e o que vemos dele aqui no Brasil são carros apinhados de itens de série e com preço baixíssimo. Tal combinação nos levou a pensar se que os carros chineses são de baixa qualidade ou “feitos de lego” como diz um conhecido, mas será que é só de bugigangas que vive o mercado chinês? E será que são mesmo tão ruins assim os carros daquele país?

Como faço habitualmente estava lendo notícias sobre carros na internet e me deparei com uma reportagem muito completa e bem escrita que da uma luz à essas questões e também trata sobre valores culturais daquele povo que fizeram com que determinadas marcas e modelos tivessem por lá mais êxito que outros. Acompanhe agora a reportagem da Uol Carros:

“Duas notícias deste começo de semana dão o panorama atual do mercado chinês. A primeira é sobre a divulgação dos números finais do Salão de Pequim, encerrado há uma semana e que teve cobertura in loco de UOL Carros. Em dez dias, segundo a organização da feira automotiva, cerca de 800 mil pessoas foram conferir as 1.125 atrações e 120 novidades do evento. Houve quebra de recorde — em 2010, foram 785.600 visitantes –, mas o número ficou bem distante da meta inicial de receber 1 milhão de espectadores.

Apenas para situar, o Salão de Detroit, em janeiro, atraiu quase 771 mil pessoas; a feira alemã de Frankfurt, uma das maiores do mundo, em tamanho e em importância, contou com 928 mil visitantes em sua última edição, em setembro de 2011; já o Salão do Automóvel de São Paulo bateu recorde com cerca de 751 mil pessoas circulando pelo Anhembi em 2010 — o evento paulistano volta a ocorrer este ano, entre outubro e novembro.

Descontada a empolgação inicial, fica claro que a China é um dos pilares do setor automotivo global, não apenas pelo volume de mercado, mas também em visibilidade e importância estratégica. Além da capital Pequim, Guangzhou e Xangai (com um evento menor que os dois primeiros) contam com salões automotivos de porte, que têm atraído cada vez mais fabricantes, visitantes e imprensa especializada de todas as partes do mundo. Afinal, todos querem saber para onde vai o gigante, que na última temporada emplacou 18 milhões de novos veículos (só de carros de passeio e comerciais novos, foram 13 milhões), deixando os Estados Unidos como mera visão no retrovisor. A expectativa para 2012, aliás, é de crescer em ritmo mais lento, mas ainda assim entregar mais de 18 milhões de novas unidades.

O grande obstáculo a tudo o que a China representa (e procura ser) atualmente, porém, é ela própria. Ou um de seus hábitos. Na segunda-feira (7), a Ford anunciou ter conseguido barrar apresentação e venda da picape chinesa JAC 4R3, clone da americana F-150. A postura do governo chinês, que reconheceu a validade das patentes da Ford, ainda que a picape não seja vendida no país, foi o ponto surpreendente da história. Pegou mal, porém (a ponto de ser algo criticado até mesmo pela imprensa local chinesa), a constatação de que o processo de cópia segue como expediente válido na crescente indústria chinesa, mesmo entre as grandes fabricantes.

Segundo algumas fontes, a Ford não tinha e não tem planos de vender a F-150 na China, apesar do interesse dos chineses. Este potencial de venda pode ter bastado para que a JAC, uma estatal chinesa (com dirigentes ligados a altos escalões do Partido Comunista) e com metas públicas de crescimento, desse vida “paralela” ao projeto. A companhia tem, aliás, uma outra picape inspirada, vamos dizer, em modelo americano de sucesso: a P1 é cópia carbono da primeira geração da Chevrolet Colorado (este modelo, aliás, deve ser o carro mais clonado por marcas asiáticas na história). Nem ela, nem a 4R3, porém, correm o risco de desembarcarem no Brasil, não se preocupe.

A segunda maior fabricante independente do país (ou seja, chinesa de origem, e sem qualquer aliança com uma marca estrangeira, como a GAC faz com a Fiat ou a Saic faz com GM, Volkswagen e com a inglesa MG, por exemplo) fará desembarcar no Brasil apenas o fino de sua produção, tudo apresentado antes e durante o Salão de Pequim com boa dose de pompa: novos motores, com tecnologia turbo, flex e de baixo consumo; câmbios de dupla embreagem; remodelações para as famílias J3 e J6; um SUV compacto inédito (o SII); estreias no segmento de vans de passageiro (Refine) e de furgões (Sunray); e até um caminhão leve (T140). Já a picape com focinho de Ford, que o representante brasileiro da JAC, Sérgio Habib, chama de “aquela coisa” e faz questão de deixar fora de qualquer conversa oficial, sequer foi citada.

O fato, porém, é que a “cópia xerox” de modelos ainda é uma solução para uma indústria nova e que busca crescer a qualquer custo. E por quê? A resposta parece ser simples, ainda que injustificada: porque o mercado precisa. Um passeio por ruas das principais cidades do país revela o apetite insaciável do chinês por novidades e, claro, por carros. Carros grandes, de preferência. O mercado chinês de veículos comerciais é antigo, está enraizado nos programas industriais do país desde os anos 1950 e 1960; o mercado de carros de passeio, por outro lado, tem menos de 20 anos de idade e ainda forma sua segunda geração de compradores (muitos ainda tentam adquirir o primeiro automóvel). Pessoas que ainda chegam às concessionárias de bicicleta e delas saem motorizadas.

Quem desconhece esta realidade, estranha o tamanho dos carros em Xangai. Nas ruas, o que mais se vê são versões com entre-eixos maior de modelos conhecidos em todo o mundo. A explicação é única: sem saber guiar, os primeiros compradores de carros precisavam de motorista e andavam apenas no banco traseiro, que precisava proporcionar espaço para o dono, sua família (o chinês sempre pensa em si mesmo e na mulher, um ou dois filhos, irmão, pai e mãe) e a extensa bagagem. Já os modelos são variados: VW Passat (também chamado de Magotan), Audi A4, A5 e A8, Mercedes-Benz Classes E e S, BMW Série 5 e 6, Porsche Cayenne e Panamera e diversos Buick (marca da GM que ganhou peso descomunal localmente) com destaque para uma van com mais de 3 metros de entre-eixos, a GL8, onipresente na rota dos colossais prédios comerciais da cidade. Tem até o Santana (lembra dele?), devidamente esticado, e visto aos montes no serviço a frotas de táxi, repartições públicas e divisões policiais — além da primeira e da segunda gerações vendidas aqui no Brasil, os chineses contam com o Santana 3000 e com o Santana Vista — convivendo com o Phaeton, o sedã mais luxuoso da Volks e que só sobrevive no mundo graças ao apetite chinês.

Em Pequim, a gana por espaço cai, mas só um pouco. Táxis e carros oficiais são da Hyundai (uma fábrica na região entrega milhares de Elantra da geração anterior ao uso público) e os europeus já citados ganham a companhia dos gigantes da Land Rover, dos americanos da Ford (Focus e, principalmente, Mondeo) e dos japoneses da Mazda (sobretudo o 6). Aqui e ali, pipocam modelos da MG, que é controlada por chineses, mas mantém a fleuma inglesa.

O leitor percebeu que em momento algum falamos de marcas chinesas puras ou de carros pequenos? Estes (chineses e/ou compactos) ficam restritos à periferia das grandes cidades ou ao interior do país, onde o poder aquisitivo é menor e onde carros da JAC (J6, sobretudo), Chery (quase sempre com o pequenino QQ, que é notadamente semelhante à geração anterior do Chevrolet Spark) e Lifan dividem espaço com utilitários das centenas de pequenas marcas locais. Tanto é assim que Chery e JAC, as duas maiores marcas independentes do país, escancararam durante o Salão de Pequim o desafio de fazer carros de maior porte e de qualidade similar àquela encontrada nos europeus — única forma de agradar ao público chinês e ampliar vendas no mercado interno.”

Créditos à redação do site que fez essa incrível reportagem. Uol Carros.

May
07

Chevrolet Sonic está chegando

O novo modelo da Chevrolet está finalmente com data marcada para vendas e os preços estão salgados.

Já falamos dele aqui e agora parece que finalmente sai o novo modelo da Chevrolet. Pelo menos é o que estão falando por ae, o carro será apresentado ainda esse mês oficialmente, e até o começo do mês que vem deve começar suas vendas. O preço é um pouco mais salgado do que esperávamos, ele irá concorrer com o New Fiesta e com o c3( concorreria com o c4 na minha opinião). O mercado de compactos premium está crescendo bastante e é claro que a montadora não iria deixar passar a oportunidade de ganhar sua fatia dele, pensamento que segue a linha da Peugeot que está trazendo o 208 para brigar nessa categoria. É uma vergonha pena que esses modelos cheguem ao Brasil sempre superfaturados em relação ao que vemos em outros países, inclusive nossos vizinhos como na Argentina(onde os preços também são altos, porém aceitáveis).

Voltando a parte que interessa, o motor será 1.6 de 115cv em todas as versões e somente a LTZ terá cambio automático, o preço, alvo de tantas críticas minhas iniciará em aproximadamente 46,000

May
04

Turbo ou Compressor?

Já se pegou pensando qual é a real diferença entre eles? Então acompanhe e descubra.

Básicamente os 2 tem por definição que aumentar a potência do carro, mas porque escolher um ou outro? De acordo com testes realizados(por pilotos profissionais e de forma assistida) o compressor se mostrou mais “estável” que o turbo, o primeiro gera uma potência que pode ser sentida desde as primeiras marchas e com pouco giro, tornando as retomadas e saídas mais ágeis e confortáveis. Já o turbo,  só começa a “funcionar” quando o carro está com o giro alto, porém a força que ele gera é muito maior, capaz de produzir uma velocidade final(e uma experiência na direção) muito mais atraente que o compressor.

De forma resumida pode-se dizer que o compressor acaba por aumentar a força do carro como um todo, porém não consegue dar a velocidade final e nem aquela sensação de potência “repentina” que o turbo da, sendo assim o turbo acaba sendo mais esportivo que o compressor, que se torna um item mais de conforto do que propriamente de velocidade. Outras questões também estão envolvidas nessa comparação entre o turbo e o compressor, uma delas é a manutenção e o custo de instalação. Sim, porque andar mais rápido todo mundo quer, mas isso gera um custo adicional. O turbo além de ser mais barato também leva vantagem na manutenção, uma vez que o compressor é maior, mais caro e dificulta toda a manutenção na área do motor.

Como eu disse, todos gostamos de velocidade e adrenalina, porém ter um carro mais potente exige também mais cuidados, e não só com os acessórios de velocidade que você implementou como também com todo o carro em geral, aumentar a potência significar aumentar o desgaste, principalmente de freios e motor. Então antes de envenenar seu carango de uma checada completa nele, veja se o motor não apresenta nenhuma pequena falha que pode se tornar maior com mais potência, esteja sempre com as pastilhas e fluídos de freio em dia, assim como câmbio, direção e filtro de ar, pois se esse estiver desgastado particulas podem entrar em sua turbina ou compressor e causar desgastes excessivos ou problemas. Além dessas recomendação básicas é sempre bom falar que carro não é brinquedo, apesar de que muitas vezes são usados como tal, então se for acelerar use o bom senso e procure o lugar certo para isso. Depois do sermão chato, PÉ NA TÁBUA!!!!!!!!!!!

Audi A6 3.0V6 Compressor (anda quase nada)

Precisa apresenta esse? Ah, turbinado viu!

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